quarta-feira, 22 de abril de 2015

Então ela...

“Então ela finge.
 Finge que não vê, finge que não leu, finge que não liga.
Finge que está bem, finge que é feliz. Ela finge que não é nada sentimental.
 Esconde suas lágrimas de uma forma de dar dó. Finge que esqueceu que nada aconteceu
. Ela finge que suporta tudo isso de cabeça erguida. Finge que é forte, mesmo sabendo que é fraca o bastante por dentro
. Mas ninguém precisa saber ninguém precisa saber o que passa por aqui, dentro dela.

 Afinal, ninguém se importa […] E como todos os dias continua sorrindo, repetindo pra si mesmo ”Tudo vai ficar bem, te acalma. É só um pesadelo.”

quinta-feira, 9 de abril de 2015

te quero só pra mim!

“Eles se amam.”
Todo mundo sabe, mas ninguém acredita. Não conseguem ficar juntos. Simples. Complexo. Quase impossível. Ele continua vivendo sua vidinha idealizada e ela continua idealizando sua vidinha.
Alguns dizem que isso jamais daria certo. Outros dizem que foram feitos um para o outro. Eles preferem não dizer nada. Preferem meias palavras e milhares de coisas não ditas. Ela quer atitudes, ele a quer. Todas as noites ela pensa nele, e todas as manhãs ele pensa nela.
E assim vão vivendo até quando a vontade de estar com o outro for maior do que os outros. Enquanto o mundo vive lá fora, dentro de cada um tem um pedaço do outro. E mesmo sorrindo por ai, cada um sabe a falta que o outro faz.
Nunca mais se viram nunca mais se tocaram e nunca mais serão os mesmos.
É fácil porque os dias passam rápidos demais, é difícil porque o sentimento fica, vai ficando e permanece dentro deles. E todos os dias eles se perguntam o que fazer.

E imaginam os abraços, as noites com dores nas costas esquecidas pelo primeiro sorriso do outro. “E que no momento certo se reencontrem e que nada, nada seja por acaso.”